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ARATA ACADEMY

A moldura de Eduardo Marinho sobre riqueza material

Acho esse vídeo muito bom para refletir. É também um bom exemplo de diferentes molduras de interpretação da realidade. Para Eduardo Marinho, existem muitos problemas relacionados à idéia de unir felicidade e riqueza financeira:

Não vou entrar hoje na discussão sobre “o que é certo”, pois é uma questão mal formulada.

Apenas deixo uma provocação: quem se identifica com a visão de Eduardo Marinho possui mais dificuldade em alcançar objetivos financeiros.

Sobre Seiiti Arata Jr.

Seiiti Arata é fundador da Arata Academy e autor do curso Como Aprender Mais Rápido. Suas melhores orientações para produtividade pessoal foram condensadas no curso Produtividade Ninja. Está também focado no curso de enriquecimento A Classe Alta , no curso de carreira profissional Duplique Seu Salário e no treinamento em empreendedorismo EmpreDig.

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8 comentários

Frederico Maciel de Mello Responder

Acho que ele generalizou muito, mas é uma ideia considerável.

Gisleyde Freitas Muniz Responder

Olá Seiiti, muito bom refletir sobre esse vídeo. O Eduardo Marinho “acha” muita coisa dentro da perspectiva “dele”, limitadora e inflexível, palavras de alguém revoltado com a vida, com raiva do sistema, com seu passado, ou seja, o cara é revoltado com tudo. A pessoa tem o livre arbítrio para fazer suas escolhas e se ele escolheu o “nada” existencial, uma forma polêmica e meio irracional de viver ou ter experiências “legais” é problema dele se isso o deixa feliz. Transmite um certo inconformismo com a sociedade e as desigualdades sociais. Parece ter preconceito da Classe alta. Acho que ninguem gosta de viver vendo de um lado a miséria e de outro lado ver tanta riqueza. Mas será que os ricos são culpados pelo sistema vigente? Será que a pobreza é um estado bom? Será que alguem pode ser completamente feliz com os “A”s do Eduardo Marinho? Como uma pessoa pode se conformar somente em sobreviver (base da pirâmide de Maslow)? Sua mente não se abre a pensar em riqueza ou nas Classes mais altas de forma positiva, ele só se refere a riqueza falando com sarcasmo e de forma absolutamente crítica fulminante. Eu entendo o seu ponto de vista mas não concordo (somente em relação às desigualdades, manipulação midiática e o sistema político). A pobreza da “alma”, a falta de ética e a imoralidade existe tanto no meio dos pobres quanto no meio do ricos. O que ele se refere é problema do “SER HUMANO” que precisa evoluir, não importa seja rico ou pobre. Ser rico não é crime, é muitas vezes mérito de alguém que teve que trabalhar duro ou que soube administrar muito bem seus ativos.

ALIENÍGENA RESIDENTE Responder

Em que momento ele diz que pobreza é um estado bom? O que ele diz é que não há necessidade de existir pobreza, mas para isso não pode existir riqueza (PRIVILÉGIOS) e ao invés disso deveria existir igualdade entre todos, ele pertencia a classe alta e se sentia incomodado de ter privilégios enquanto a grande maioria não tinha direito a nada. PRIVILÉGIO compra DIREITOS. Por poucos terem TANTO é que TANTOS tem tão pouco. Somos uma FAMÍLIA HUMANA, tem que existir DIREITOS para todos não somente para os ricos ou as classes mais altas que estão no poder e que SABOTAM a educação dos pobres e os manipulam através de uma mídia mentirosa, controlam as informações e no final ainda colocam a culpa da pobreza nos próprios pobres que são as vítimas.
Nada muda, enquanto não mudarem os valores. Triste ver que tanta gente que teve acesso a informação e conhecimento tem essas cabecinhas travadas pelo sistema.
“Será que alguém pode ser completamente feliz com os “A”s do Eduardo Marinho?”
Refazendo sua pergunta:
“Será que alguém pode ser completamente feliz tendo TUDO enquanto MILHARES dos seus semelhantes (irmãos humanos) não tem NADA?”
Então ele não quer dizer que ser rico é crime, crime é o que esse sistema manipulatório faz pois não deveria existir pobreza, se todos tivessem ACESSO aos seus direitos básicos não haveria miséria. Se fossemos menos egoístas não haveria tamanha desigualdade, devíamos nos preocupar com os outros e não apenas OBSERVAR e achar que não temos nada com aquilo, se escondendo atrás de um POBRE argumento de que “ser rico” não é crime.

Antonio Neto Responder

Eu adoraria que todo mundo fosse rico. Na verdade, de certa forma isso está acontecendo. Tem mais gente viajando de avião, mais gente com acesso a Internet. Uma pessoa com menos problemas financeiros, pode se focar em assuntos que lhe tragam mais satisfação e significado. Outra questão também, é que, a competitividade em si, não precisa ser “destruidora”, até por que, ela sempre será oscilante. Tem dias que se perde, tem dias que se ganha. Ser competitivo, não impede ninguém de ser cooperativo. É como dizer também que a tecnologia “rouba” emprego das pessoas. Isso não é verdade, a tecnologia pode vir a ser a salvadora da história. A verdadeira riqueza social, tá na produção das coisas, da cultura, da efervescência criativa. Ir pra rua com uma caneca e pedir esmola, se a moda pega, quem é que vai fazer o caridoso gesto, se todo mundo for fazer o papel de pedinte? O rapaz do vídeo tentou resolver o vazio existencial, através de um “estilo” de vida. Bom, vazio existencial a gente ameniza com uma vida que vá ganhando significado. Claro que eu acho melhor você ser feliz duma vez por todas, a cada dia, e também “prosperar”. Não acho que prosperidade seja realmente o centro da felicidade, mas que ela ajuda substancialmente a nutrir essa última, disso, eu não tenho dúvida. No fim, a riqueza dá liberdade de escolha. Eu vejo a riqueza como um meio de se realizar múltiplas coisas, ela não precisa ser o “fim” a que se quer chegar. Ela pode ser um instrumento de alavancagem para inúmeros aspectos da vida.

Salmou Syllbrucken Responder

Frases do Eduardo Marinho:

Experimentar o que não ter nada e vive tranquilo.
Medo de não ter privilégios.
Privilégios come direito.
Valores ridículos. Indução a consumo.
5 As. Ar, Água, Alimento, Agasalho e Abrigo.
Militar. Abrir mão da sua consciência. Qual o papel social do exercito.
Não sei o que eu vou fazer. Sei o que não vou fazer.
Artista quer fazer parte da elite.
Competição. Concentração de renda. Estrutura política, jurídica, adm não permite demnocaracia.
Rico é muito inseguro. Não costura, não cuida nem do jardim. A competência dos pobres foi caçada.
Publico reflexivo.
Belas Artes. Direito. Esta boa para vocês ?
Marxismo ótimo, marxistas péssimo.
Papos horríveis.
Se sente parte da sociedade, falta de solidariedade, egoísta, solidariedade grupal, minha pobreza é minha riqueza, a minha derrota é minha vitoria.

Sera que essas afirmativas levam o ser humano para uma melhoria grupal.
Sera que o Anarquismo é a solução.

Sera que o EM não é mais um sonhador ?
Sera que o homem deixara de ser egoista ? Deixara de ser competitivo ?

No mundo de EM o homem deveria ser igual ao índio. Mas sera que isso seria possível hoje ?
Como atender com os “5 As” os bilhões de pessoas existentes sem competição ? Sem organização, sem motivação.

Essa é a grande questão. Sera que o homem algum dia deixara de ser competitivo ?
Porque o EM continua na grande cidade ? Para vender quadros e pedir comida ?
Ele nao poderia ir para o interior da Bahia plantar mandioca ?
Porque ele prefere viver dentro de uma comunidade capitalista ?

Bem, o que me parece é que o EM não sabe o que quer. Ele não sabe o que vai fazer, ele sabe o que não vai fazer…

Para quem não sabe o que quer, todo caminho segue. No caso dele quase todo… enfim ele esta perdido. EM é uma pessoa depressiva, precisa de um psicologo ou talvez um psiquiatra e muito apoio da família. Muito carinho. Um jovem inteligente, brilhante, mas depressivo e sem rumo.

Lamento ser realista, mas o existem muitos jovens na mesma situação do Eduardo. O EM , na realidade é um alerta aos jovens pais para que tome cuidado na criação de seus filhos pois hoje existem vários níveis de depressão. Depressão é uma coisa muito seria.

Salmou Syllbrucken Responder

Oi Seitii.

Neste video EM reconhece que estamos no caminho da perfeição. Ele reconhece que hoje remos mais conhecimentos que anos atras.

EM. Brinca com as palavras. É muito inteligente mas tem muitos pensamentos controversos.

Ele é um artista. Um tanto quanto depressivo e criativo, como todo bom artista. EM é um filosofo moderno. Um visionário. EM precisa de um psicologo ou um psiquiatra para controlar a depressao e organizar melhor suas ideias.

Pedro Guilherme Responder

Cara, achei interessante o ponto de vista do rapaz do vídeo, o Eduardo Marinho, mas como diz nosso colega do primeiro comente: ele tem uma visão muitooo sectária. Não julgando o Eduardo, mais da pra se concordar com boa parte das idéias dele, porém em alguns trechos e passa uma ideia, no meu ponto de vista, daqueles cantores de Rap, que Trata como vilão as pessoas que possui algum, digamos, mérito por seu esforço, pq nem uma conquista vem sem a pessoa queimar neuronio e suar a camisa.

Félix Responder

Alguém já disse: só se produz riqueza produzindo pobreza.
Homens descobriram que suas força e tempo não eram suficiente para produzir rique, então tiveram a grande ideia de usarem sua inteligente para enriquecerem tirando força e tempo de outro e a esses últimos não lhes sobraram força e tempo para conquistarem suas necessidades básicas, as quais foram sitadas pelo Eduardo Marinho. A matemática é muito simples. Vou construir uma metáfora. Digamos que um homem só tem tempo e força para colher dez tomates, mas ele deseja cem, então ele tem a grande ideia: aquelas vinte pessoas que vivem ao meu redor não precisam de dez tomates, elas na verdade precisam de cinco, vou lhes dizer que tenho como dar os cinco tomates e depois os porei para colher dez e tomarei cinco e lhes cinco. Ele fez a proposta e as pessoas concordaram. O tempo passou e o homem já não estava satisfeito com cem tomates. Qual a solução? Diminuir o numero de tomates das vinte pessoas. E, assim se seguiu a insatisfação do homem e a solução era sempre a mesma.
Essa é a estrutura do sistema que a maioria dos comentários apoiam.
Indico que estudem um pouco sobre o capitalismo e principalmente como se formou.
Só uma dica: ele utiliza a alienação e manipulação das massas a partir das idéias de Frued que o homem é um animal indomável e furioso que precisa ser controlado.

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